Estudo 61 Livro do Céu Vol. 21 a 29 – Escola da Divina Vontade (é Jesus ensi

Escola da Divina Vontade
Estudo 61 Livro do Céu Vol. 21 a 29 – Escola da Divina Vontade (é Jesus ensi
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21-14
Abril 12, 1927

Como a Divina Vontade é equilibrada. Deus na Criação colocou todas as relações entre o
homem e as coisas criadas. Exemplo de uma cidade. A nuvem luminosa.

(1) O meu pobre estado torna-se cada vez mais penoso pelas privações do meu doce Jesus. Que
duro martírio e morte sem a doce e amada esperança de reencontrar a vida; a dor de havê-lo
perdido me atordoa, me petrifica e expande sobre minha pobre alma um orvalho maléfico, que
exposto aos raios de um sol ardente, em vez de me vivificar seca, e tirando-me os humores vitais,
como fazem as geadas com as plantas, se não me faz morrer me murcha e me tira o mais belo da
vida. Oh! como me seria mais doce a morte, mas bem seria para mim a festa mais bela, porque encontraria Aquele que amo, que curaria todas as minhas feridas. Oh! privação de meu Sumo Bem
Jesus, quão dolorosa e impiedosa és, por isso o adorável Querer chamou a todos a chorar minha
dura sorte, chamou ao céu com sua imensidão a chorar por Aquele que tanto suspiro; chamou as
estrelas com seu trêmulo cintilante a chorar junto comigo, a fim de que com seu pranto dirijam os
passos de Jesus para mim para não me fazer sofrer mais; chamo ao sol para que converta sua luz
em lágrimas e seu calor em dardos acesos para atacar a Jesus e dizer-lhe: “Fá-lo depressa, não
vês que não pode mais, e como todos derramamos lágrimas amargas por aquela que te ama e que
sendo uma sua vontade com a nossa, estamos todos obrigados a chorar junto com ela?” Chamo a
tudo o que é criado a sofrer e a chorar junto comigo por uma pena tão grande, incalculável e sem
medida, qual é a tua privação; Quem não deveria chorar? Oh! como gostaria de converter o
murmúrio do mar em vozes piedosas para te chamar, o serpenteio dos peixes para ensurdecer-te,
gostaria de converter o canto dos pássaros em gemidos para te enternecer. Jesus, Jesus, quanto
me faz sofrer! Oh, quanto me custa seu amor! Mas enquanto aliviava a minha dor, a minha doce
Vida moveu-se dentro de mim e disse-me:
(2) “Minha filha, estou aqui, não temas, se soubesses quanto sofro ao te ver penar por minha
causa, sinto mais pena por teu sofrimento que pelos sofrimentos de todas as demais criaturas
unidas juntas, porque tuas penas são de nossa filha, membro da nossa Família Celestial e as sinto
muito mais que se fossem minhas. Quando está nossa Vontade na criatura tudo se torna comum e
inseparável de Nós”.
(3) Então eu ao ouvir isto, dolorida como estava disse que isto era verdade nas palavras, mas que
nos atos me parecia que não o era, pois, como é que me faz sofrer tanto para te fazer voltar, e
quando está por vir atrasas o retorno, tanto que eu mesma não sei o que mais fazer, nem a quem
mais recorrer? Põe-me na impotência de poder encontrar-te e nem sequer em tua mesma Vontade
consigo encontrar-te, porque Ela é imensa e Tu te escondes em sua imensidão e eu perco o
caminho de teus passos e te extravio. Portanto, é bom falar, e os fatos, onde estão? Se sofrias
tanto por minha dor, devias ter-te apressado para vir àquela que não conhece nem outro amor nem
outra vida senão a tua”. E Jesus me apertando a Si, todo comovido acrescentou:
(4) “Pobre filha, ânimo, você não sabe realmente o que significa viver em minha Vontade, Ela
possui o perfeito equilíbrio e todos os atributos estão em suma concórdia, um não é inferior ao
outro, e quando é necessário castigar os povos pelos tantos pecados, minha justiça exige estes
vazios de que você esteja privada de Mim para poder equilibrar-se mandando os flagelos que
merecem, por isso te põe como a um lado em minha Vontade e faz seu curso. Quantas vezes se
encontrou minha gemente Humanidade com estes obstáculos de minha justiça, e Eu tive que ceder
por amor do equilíbrio de minha Vontade. Você gostaria de desequilibrar, estando Nela, a ordem demeus atributos? Não, não, minha filha, deixa que minha justiça faça seu curso e teu Jesus estará
como antes, sempre contigo. Não sabes tu que em minha Vontade deves sofrer o que sofreu minha
Humanidade, onde Ela foi tão exigente e inexorável Comigo por causa da Redenção? Assim para
ti, torna-se exigente e inexorável por causa do Reino do Fiat Supremo. Por isso minha Humanidade
se esconde, porque minha justiça quer fazer seu curso e manter seu equilíbrio”.
(5) Jesus bendito fez silêncio e depois acrescentou:
(6) “Minha filha, ao pôr fora a Criação, minha Vontade pôs em vínculos de união todos os seres,
assim que todos estavam em relações entre eles, cada um possuía seu fio elétrico de comunicação
entre uma e a outra; o homem possuía tantos fios elétricos por quantas coisas criadas existiam,
porque sendo o rei de tudo, era justo e necessário que tivesse a comunicação com toda a Criação
para ter domínio sobre ela. Agora, assim que se subtraiu da Divina Vontade rompeu o primeiro fio
de comunicação e ficou como uma cidade, que se rompe o fio primário que comunica a corrente
elétrica fica às escuras, e apesar de existirem os demais fios elétricos, não têm mais virtude de dar
luz a toda a cidade, porque a fonte de onde vem a luz, estando quebrada, nem ela pode dá-la nem
os fios recebê-la. Portanto ficou como uma cidade às escuras, e suas relações, os fios elétricos de
comunicação não funcionavam mais. A fonte da luz havia-se retirado dele, porque ele mesmo havia
rompido a comunicação e ficou como um rei deposto, destronado e sem domínio, sua cidade
estava carente de toda luz, envolto nas trevas da própria vontade. Minha Vontade quando possuída
pela alma simboliza uma cidade cheia de luz e que tem comunicação com todas as partes do
mundo, aliás, suas comunicações se estendem no mar, no sol, nas estrelas, no céu; a esta cidade
chegam de todas as partes provisões de todo tipo, assim que é a mais rica, provida de tudo e por
meio das comunicações é a mais conhecida do Céu e da terra, tudo a ela aflui e é a mais amada.
Todo o contrário para quem não possui minha Vontade: Vive em escassez, sofre fome, apenas as
migalhas lhe são concedidas por piedade, frequentemente é saqueada pelos inimigos, sofre a
escuridão e vive na mais esquálida miséria”. Reino
(7) Depois disto, sentindo-me oprimida pela privação de meu doce Jesus, com o acréscimo de
outras penas minhas, estava oferecendo tudo no adorável Querer e para obter o triunfo de seu
Reino. Agora, enquanto fazia isto olhei o céu estofado de nuvens brancas e brilhantes e meu doce
Jesus movendo-se em meu interior me disse:
(8) “Minha filha, olha que belas são essas nuvens, como tapam o céu e formam um belo ornamento
à abóbada azul, mas quem é que mudou a escuridão e fez fugir as trevas, as sombras negras e as
transformou em nuvens brancas e resplandecentes? O sol, investindo-as com a sua luz, fez-lhes
perder a escuridão e transformou-as em nuvens de luz. Então são nuvens, mas já não são nuvens
que dão trevas e escurecem a terra, mas nuvens que dão luz, e enquanto antes que as invistam o sol pareciam que faziam afronta com sua escuridão, tirando-lhe o belo de seu azul, agora lhe
fazem honra e lhe formam um belo ornamento. Agora minha filha, as penas, as mortificações,
minhas privações, as circunstâncias dolorosas, são como nuvens para a alma, que dão trevas, mas
se a alma faz correr tudo em minha Vontade, Esta, mais que sol as investe e as converte em
fulgidíssimas nuvens de luz, de modo que formam o mais belo ornamento no céu da alma. Na
minha Vontade todas as coisas perdem a parte escura que oprime e parece que faz afronta à
pobre criatura, e tudo serve para lhe dar luz e adorná-la com resplandecente beleza e Eu vou
repetindo a todo o Céu: Vede quão bela é a filha de minha Vontade, adornada por estas nuvens
brancas e fúlgidas; ela se nutre de luz e meu Querer investindo-a com sua luz a converte em esplêndida luz”.

22-14
Julho 30,1927
Como a vida está no movimento contínuo; como este movimento produz a fonte. Valor dos atos internos.

(1) Seguia o Santo Querer Divino, mas sempre com o duro cravo de estar privada do meu Sumo
Bem Jesus e pensava para mim: “Que bem me vem ao seguir os atos do Supremo Fiat quando
estou privada d’Aquele que pôs fora toda a Criação com um supremo ato de seu Querer? Seguir
sua Vontade e não vê-lo, ver suas obras que falam dele e não ser estreitada entre seus braços é
dor indescritível, é ferida que sangra continuamente”. Mas enquanto pensava assim, o meu amável
Jesus moveu-se dentro de mim e disse-me:
(2) “Minha filha, a vida está no movimento contínuo. Tudo o que sai de Deus deve possuir um
movimento, assim que não há coisa criada por Nós que não se mova: Céu e terra, sol e mar, todos
se movem, com tal ordem e velocidade contínua que não se detêm jamais; se se detivessem
cessaria a vida e cessaria o bem que fazem, no máximo ficariam como quadros pintados que não
são capazes de fazer bem a ninguém. Um bem, um ato, só se pode chamar verdadeiro bem
quando tem seu movimento incessante. Eis por que nosso Ser Divino é perfeito em todos nossos
atos, porque tem seu movimento contínuo, não cessa jamais de fazer e de dar o bem, e se
cessasse, o que não pode ser, cessaria a vida do bem. Agora nossa Vontade, vida e eco perfeito
de nosso Ser Divino, é movimento incessante e por isso é bem perfeito, e é um bem que pode ser
dado a todos. Quando um bem é incessante todos podem tomá-lo, seu movimento contínuo o faz
possuir a fonte da inesgotabilidade. Portanto quem deve viver em meu Querer Divino deve possuir
o eco de meu Querer e seguir com movimento incessante seus atos; e o bem que vem a você, que
te põe na ordem do movimento divino, com rapidez encantadora te move e gira junto com todas as
coisas criadas. Seus atos são inesgotáveis e todos podem tomar o bem deles, porque partem da
fonte do Fiat Eterno. E parece-te pouco fazer um bem que sempre surge? Esta é a causa pela qual
nas criaturas não se veem verdadeiros e perfeitos bens, porque suas virtudes são interrompidas e
como perdem o movimento incessante de uma virtude, cessa a vida do bem dela, perdem o gosto,
o vigor, a força, porque não possuindo o movimento incessante, não se forma a vida da virtude
neles, nem aquele ato que sempre surge, senão uma coisa superficial e passageira, por
conseguinte, como podem dar o bem daquelas virtudes a todos, se não possuem eles a vida e a
fonte delas, que permitem que enquanto dão aos outros, elas jamais se esgotem e nada percam?
Perde talvez o sol com dar sua luz a todos? Não, certamente, porque possui a fonte da luz e seu
movimento de dar luz é incessante. Por isso minha filha, em minha Divina Vontade teus atos, tuas
orações, o pedir seu reino, devem ter o movimento incessante para poder apresentar a todos que o
Fiat Divino seja conhecido e amado por todos”.
(3) Depois disso seguia em meu interior a Santíssima e adorável Vontade Divina e meu doce Jesus
adicionou:
(4) “Minha filha, os atos internos de uma alma que faz a Vontade de Deus estão isentos de qualquer mal e sombra de defeito. Só Deus é testemunha de um ato interno e enquanto nenhum o
aponta, nenhum o olha, nenhum fala dele, Deus, como testemunha do agir da criatura, onde a
nenhum lhe é dado penetrar, no interior da criatura o aponta, olha para ele, e dele fala a todo o Céu
e muitas vezes também à terra dos grandes presságios do agir interior desta criatura. Ser
apontado, observado e fazer Deus falar de uma criatura, é o ato, a maior honra que ela pode
receber e não pode ser excluído das grandes obras que Deus cumprirá por meio dela. Os atos
internos são feridas, dardos, flechas ao seio divino, são mensageiros celestiais que saem da
criatura e voam ao seu Criador e levam a marca da glória, do amor e de agradar só Aquele que a
criou. Com efeito, quem vê, quem escuta, quem aprecia tudo o que fazes no teu interior? Ninguém,
só Eu sou testemunha, ouço-os e aprecio-os. Eis por que em nossas maiores obras escolhemos
almas que aparentemente nada têm de grande e de maravilhoso, almas internas que não estão
corrompidas nem com vistas humanas, nem de rumores, estrondos, nem glória nem estima própria
que levam as obras externas. De fato, na Redenção escolhemos uma Virgem simples, sem
esplendores externos, mas tinha seu interior falante, que tanto soube dizer a sós a seu Criador que
o venceu e obteve a Redenção. Agora, assim fizemos para o reino do Fiat Divino, escolhemos
outra alma toda interna, que tanto dirá, que rogará a Deus para que conceda o reino desejado. Os
atos externos, embora bons e santos não podem me agradar como os atos internos, porque os
externos estão quase sempre impregnados do ar da própria glória, da estima humana e às vezes
de crítica, e um pobre coração sente em si os efeitos do elogio, ou da crítica depois de ter feito
sacrifícios, e o humano sai em campo e investe com seu ar tenebroso seus atos, e por isso não
chegam puros como deveriam ser. Em troca um ato interno não é criticado, nem elogiado e o
humano não tem onde entrar, a própria alma não sentindo-se observada por ninguém, parece-lhe
que não faz nada grande e por isso seus atos estão impregnados todos de ar celestial. Por isso
seja atenta e faça que seu interior gire sempre em minha Vontade”.

23-14
Novembro 10, 1927
A alma sozinha com Jesus, e Jesus só com ela e como Ele a goza sozinho. Ordem e
harmonia da Criação. Cada coisa criada devia receber a ação de Adão. Deus, primeiro
modelo da Criação, Adão o segundo, o terceiro que deve fazer retornar o reino do Fiat Divino.

(1) Sentia-me toda abandonada no eterno Fiat e toda só e só para Jesus, como se nenhum outro
existisse entre mim. Então pensava para mim: “Estou sozinha, dentro de mim não sinto correr outra
coisa que o grande mar da Vontade Divina, todo o resto não existe para mim, Jesus mesmo se vai
e se esconde na luz interminável dela, e se se faz ver, os raios do Sol do Querer Divino lhe chovem
em cima, e a minha visão, sendo demasiado fraca, fica ofuscada e perco-o, esperando que o meu
Jesus, a minha vida, se desembarace daquela luz, ou então a torne menos brilhante para poder
encontrá-lo de novo, e me lamento da luz que me eclipsa a vista e me esconde Aquele que é vida
de minha pobre alma; oh! se esta luz do bendito Fiat fosse menos deslumbrante eu gozaria ao meu
doce Jesus, porque muitas vezes sinto seu toque divino, seu alento refrescante, outras vezes sinto
seus lábios que me dão seu beijo, e com tudo isso não o vejo, tudo é por causa da bendita luz que
forma o eclipse. Oh! Santa Vontade de Deus, como és forte e poderosa, que chega a me esconder
o meu amado Jesus”. Depois, enquanto isto e outras coisas pensava, o meu sumo bem Jesus saiu
de dentro daquela luz tão deslumbrante, e assim pude vê-lo e disse-me:

(2) “Minha filha, tu estás sozinha Comigo, e Eu estou só contigo, e como estás sozinha Comigo Eu
concentro em ti a todo Eu mesmo, porque estando só Comigo posso te encher toda de Mim, não
há ponto de ti onde não tome meu lugar, te transforme em Mim e como em natureza entre em ti a
graça extraordinária. Quando a alma está só Comigo Eu sou livre de fazer o que quero, me gozo
Eu sozinho e meu amor me faz fazer tanto com ela, que chego até a loucura e faço tantas
estratagemas amorosas, que se pudessem ver ou ouvir por todas as criaturas, diriam: ‘Somente
Jesus sabe amar e pode amar em modo tão surpreendente, tão engenhoso e tão grande’. Eu faço
com quem vive só Comigo, como poderia fazer o sol, se pudesse concentrar toda sua luz sobre
uma planta, esta planta receberia em si toda a vida do sol e desfrutaria de todos seus efeitos,
enquanto as outras plantas recebem cada uma um só efeito, que basta à sua natureza de planta,
em troca a primeira, como recebe toda a vida do sol, recebe ao mesmo tempo todos os efeitos que
contém a luz. Assim faço Eu, concentro na alma toda minha Vida e não há coisa de Mim de que
não a faça gozar, em troca, quem não está só Comigo, como não posso concentrar minha Vida,
está sem luz, sente em si o peso das trevas, seu ser está dividido em tantas partes por quantas
coisas tem; então, se ama a terra, se sente dividida com a terra, se ama as criaturas, os prazeres,
as riquezas, sente-se dividida como a pedaços, de modo que, quem a arrebata de uma parte e
quem da outra, o pobre coração vive entre ânsias, temores e amargas desilusões. Tudo ao
contrário para quem vive sozinha Comigo”.
(3) Depois disso, eu estava seguindo meu giro no Querer Divino, e tendo chegado ao Éden, eu
estava glorificando o meu Criador no ato em que, com o seu sopro onipotente, infundia a vida no
corpo do meu primeiro pai Adão, e o meu sempre amável Jesus, movendo-se dentro de mim,
disse-me:
(4) “Filha, com que ordem e harmonia o homem foi criado. Adão foi criado por nós, rei de toda a
Criação, e como rei tinha supremacia sobre todas as coisas, e se não tivesse rejeitado o nosso
Fiat, possuindo a unidade dele, em toda a sua vida teria enchido com seus atos todas as coisas
criadas; como rei e senhor tinha o direito de que cada coisa criada devia receber sua ação, devia
ser investida por sua luz, porque cada ação sua era um sol, um mais belo que o outro, assim que
ele devia formar a coroa a toda a Criação, não teria sido verdadeiro rei se não tivesse conhecido
todos seus domínios e não tivesse tido o direito de pôr seus atos em todas as coisas criadas por
Nós. Acontecia como quando alguém é dono de um terreno, o qual como patrão tem o direito de
passear dentro, de plantar flores, plantas, árvores, em suma tudo o que quer. Assim era Adão, com
o poder de nosso Fiat Divino fazia o que queria, situava-se em todas as coisas criadas, e se falava,
se amava, se adorava e operava, sua voz ressoava em toda a Criação e era investida pelo amor,
pela adoração e obra dele, assim, a Divindade sentia o amor, a adoração, a obra de seu primeiro
filho em todas as suas obras. Agora, toda a obra de Adão teria permanecido em toda a Criação
como o primeiro modelo para todos os seus descendentes, os quais teriam modelado todos os
seus atos aos reflexos de luz dos atos de Adão, que como primeiro pai teria dado em herança a
todos os seus descendentes, que não só teriam seu modelo, mas a posse de seus próprios atos.
Qual teria sido nossa glória e a sua, ao ver o agir de nosso amado filho, de nosso precioso tesouro,
parido por nosso amor, fundido com nossas obras? Que felicidade para ele e para nós? Agora, se
esta era nossa finalidade pela qual foi criada toda a Criação e nossa amada Joia, que é o homem,
não é justo de que apesar de que Adão começou e não terminou, e mais, terminou na dor e na
confusão porque rejeitou nosso Querer Divino que o servia como ato primeiro e o fazia trabalhar
nas obras de seu Criador, que realizemos esta nossa finalidade em seus descendentes? Eis por
que te chamo no meio de minhas obras em toda a Criação, para formar o modelo sobre o qual
devem modelar-se as outras criaturas para retornar em meu Fiat. Se tu soubesses que alegria sinto
quando vejo que tu, fazendo teu meu Querer Divino queres animar a luz do sol a dizer-me que me
amas e pedir-me o meu reino, à rapidez do vento, ao murmúrio do mar, à flor, ao céu estendido,
até o canto do pequeno passarinho, ao ver que queres dar a tua voz a todos, encorajar todos para
dizer que me amas, me adoras e queres o reino do Fiat Supremo, sinto-me tão feliz que me sinto
repetir as primeiras alegrias, o primeiro amor da minha amada Joia, e sinto-me inclinado a pôr tudo
de lado, a esquecer tudo, para fazer voltar o todo tal como foi estabelecido por nós. Por isso seja
atenta minha filha, se trata de algo muito grande.
(5) Tu deves saber que o primeiro modelo na Criação foi o Ente Supremo, no qual o homem devia
modelar todos os seus atos com o seu Criador, o segundo devia ser Adão, no qual deviam
modelar-se todos os seus descendentes, mas como se subtraiu da minha Vontade, faltando-lhe
Ela, sua unidade nele, faltaram-lhe os pincéis, as cores e a matéria-prima para poder fazer os
modelos à semelhança do seu Criador. Pobrezinho! Como podia formar os modelos com a mesma
forma divina, se não estava mais em posse daquela Vontade que lhe fornecia habilidade e todo o
necessário que se requeria para poder formar os mesmos modelos de Deus? Rejeitando meu Fiat
Divino rejeitou o poder que tudo pode e sabe fazer; aconteceu de Adão como sucederia de ti se
não tivesses nem papel, nem caneta, nem tinta para escrever, se isto te faltasse não serias capaz
de escrever uma só palavra, assim ele não foi mais capaz de formar os modelos sobre o molde
divino. O terceiro modelo deve fazê-lo quem deve fazer retornar o reino de minha Vontade, por isso
seus deveres são grandes, a seus modelos serão modelados todos aqueles dos outros, e por isso
em todos seus atos faça que corra a Vida de meu Querer Divino, a fim de que te forneça todo o
necessário que se requer, e assim tudo irá bem, e seu Jesus estará junto contigo para te fazer
realizar bem seus modelos divinos”.

24-14
Maio 13, 1928
Quem vive na Divina Vontade tem em seu poder tudo, é a repetidora dos atos da Virgem, dos santos e de Nosso Senhor.

(1) Estava rezando e sentia que não sabia nem rezar, nem amar, nem dar graças a Jesus, então
dizia em mim: “Como gostaria do amor e das orações da Soberana Senhora e de todos os santos
em meu poder, para poder amar e rezar a Jesus com o amor dela e com suas orações, e com as
de todo o Céu”. E o meu Jesus bendito, movendo-se dentro de mim, disse-me:

(2) “Minha filha, quando a alma vive em minha Vontade Divina, tem tudo em seu poder, porque Ela
é a depositária e conservadora de tudo o que tem feito minha Mãe e todos os santos; basta que
queira tomar o que eles têm feito, para que o amor corra a ela, as orações a invistam, as virtudes
são colocadas em ordem para esperar para ver quem tem a honra de ser chamada, para dar-lhe a
vida de seus atos, para lhe formar a sua bela e radiante coroa. Então a Rainha do Céu sente
repetir seu amor, suas orações, os santos sentem suas virtudes se repetindo, e tudo repetido pela
criatura da terra, e oh! como gozam ao ver seus atos repetidos de novo, não há alegria maior que
se possa dar aos habitantes do Céu, que repetir seu amor, suas orações, suas virtudes, e Eu sinto
como se minha Mãe estivesse novamente me amando e rezando. Seu eco ressoa em você, e você
repetindo faz ressoar seu eco no Céu, e todos reconhecem seus atos em seus atos. Não te
sentirias honrada se alguém repetisse teus atos e modelasse suas obras sobre o modelo das tuas?

Com que amor não o olharias? E se você soubesse quanto gozo quando te ouço dizer: ‘Quero unir-
me com os pensamentos de Jesus, com as palavras, com as obras e passos, para me alinhar junto com seus pensamentos, com suas palavras, etc., sobre cada um dos pensamentos, palavras,
obras e passos das criaturas, para repetir junto, por todos e por cada um o que fez Jesus com seus
pensamentos, palavras e todo o resto que fez; não há coisa que tenhas feito que eu não queira
fazer, para repetir o amor e o bem que fez Jesus’. Eu me sinto a Mim mesmo sobre a terra e sinto
repetir por ti meus atos, e estou esperando com tanto amor a repetição de meus atos, que Eu
mesmo me faço em ti ator e espectador, para gozar e tomar a glória de minha própria Vida. Por
isso a criatura que vive e trabalha em nossa Vontade, é reconhecida por todo o Céu como
portadora de alegrias divinas a todo o Céu, e que mantendo o Céu aberto faz descer sobre a terra
o orvalho celestial de graças, de luz, de amor sobre todas as criaturas”.

 

25-14
Dezembro 14, 1928
Árvore da Divina Vontade. Ato único de Deus. Quem vive n’Ela forma o eco em todas as coisas criadas.

(1) Estava pensando na publicação dos escritos da Divina Vontade, e me sentia incomodada pelas
tantas perguntas que fazem, e dizia em mim: “Só Jesus sabe o meu martírio e como me sinto
torturada quando se falava de pessoas competentes que queriam publicá-los, tanto, que ninguém
podia chegar a acalmar o meu interior martírio e a fazer-me dizer Fiat, só Jesus com sua
encantadora persuasão e ao me infundir temor pelo grande mal que eu pudesse fazer se saísse
minimamente da Divina Vontade, podia me induzir a dizer Fiat, e agora ao vê-la ir tão lentamente
recordo minhas lutas internas, meu duro martírio por esta publicação, em que aproveitam as tantas
penas sofridas, quem sabe quem verá esta publicação? Talvez Jesus me contentará em fazer-me
vê-la do Céu”. Mas enquanto isso e outras coisas pensava, comecei a rezar, e diante de minha mente via uma árvore carregada de frutos que derramavam luz, e meu doce Jesus crucificado no
meio desta árvore, e era tanta a luz destes frutos que Jesus ficava eclipsado nela. Então eu fiquei
maravilhada e Jesus me disse:
(2) “Minha filha, esta árvore que você vê é a árvore da minha Divina Vontade, e como Ela é Sol,
seus frutos se transformam em luz que formam outros tantos sóis; o centro de sua vida sou Eu e
por isso estou no meio d’Ele. Agora, estes frutos que vês são todas as minhas verdades que
manifestei sobre o meu Fiat Divino, e estão todas em ato de gerar a sua luz no seio das gerações,
e quem deveria ocupar-se e ter pressa e não o faz, impede que os frutos desta árvore formem seus
partos de luz e o grande bem desta luz. Portanto, tu deves consolar-te das tuas torturas e martírios,
porque entre ti e eu estamos em ordem, nem eu teria tolerado qualquer sombra de oposição à
minha vontade em ti, teria sido a minha maior dor, nem poderia dizer: ‘A pequena filha de meu
Querer me fez dom de seu querer e eu lhe fiz dom do meu’. Enquanto que esta troca de vontades é
uma das maiores alegrias minhas e tuas, e se há culpa, é de quem descuida. É por isso que você
não quer afligir ou irritar-se pelas perguntas que fazem, Eu estarei em você para fornecer-lhe a luz
e as palavras que são necessárias, você deve saber que isso é mais interesse meu do que seu”.
(3) Depois continuava pensando no Fiat Divino, e meu doce Jesus acrescentou:
(4) “Minha filha, em nós, em nossa Divindade, basta um só ato para fazer tudo, aquele ato é
vontade, pensamento, palavra, obra e passo. Assim que um só ato nosso é voz que fala, é mão
que trabalha, é pé que caminha, e que envolvendo tudo, se a criatura pensa, age, fala e caminha, é
a virtude de nosso ato único que fazendo eco em cada ato de criatura comunica o bem do
pensamento, da palavra e de tudo o resto, por isso se pode dizer que somos o portador de todas
as criaturas e de todos os seus atos. Oh, como nos sentimos ofendidos quando nosso porta voz,
pensamento, obra e passo, não só não é feito para Nós mas para nos ofender, as criaturas se
servem de nossos mesmos atos para formar as armas para nos ferir! Ingratidão humana, como és
grande!
(5) Agora, quem faz e vive em nosso Querer Divino se une a nosso ato único, e formando um só
ato de vontade conosco, corre junto com nosso ato, e junto conosco se faz pensamento, voz, obra
e passo de todos, e oh! Como gozamos que nossa virtude, investindo à pequenez humana, a faz
junto conosco portadora de todos os atos das criaturas, e ela se serve de todos nossos atos para
formar armas, não para ferir-nos mas para defender-nos, para amar-nos e glorificar-nos; assim que
a chamamos nossa guerreira que defende nossos direitos”.
(6) Depois disto estava seguindo o Fiat Divino na Criação, sentia que tudo queria tornar meu, o sol
para lhe dar a glória da luz e do calor, o mar para lhe dar a glória daquele murmúrio que jamais
cessa, tudo queria em meu poder para poder dizer: “Tudo me deste e tudo te dou”. Mas enquanto isto e outras coisas pensava, o meu amado Jesus movendo-se em meu interior disse-me:
(7) “Minha filha, como é belo viver em meu Querer, teu eco chega a todas partes, onde se encontra
minha Vontade Divina que está por toda parte, lá chega o teu, assim que teu eco ressoa no sol, no
mar, no vento, no ar, e penetrando até no Céu leva a seu Criador sua mesma glória, amor e
adoração; e minha Vontade Divina não se sente só em todas as coisas criadas, tem a companhia
do eco de quem vive em meu Querer Divino, e se sente dar todo o amor, a glória que espalhou em
toda a Criação”.

26-14
Junho 4, 1929

Conforme a alma vai fazendo a Divina Vontade, assim Esta se espande e faz crescer a Vida
Divina na alma, e a alma cresce no seio de seu Pai Celestial. Quem vive nela, chama
a viver a toda a Criação. Quem sai da Divina Vontade, ele sai mas seus atos ficam.

(1) Meu abandono no Fiat continua, sinto em mim tal necessidade de viver Nele, que para mim se
tornou mais necessário que minha própria natureza, aliás, a natureza sinto mudada na Vontade de
Deus, sinto que está perdida nela, e em todas as coisas, em vez de me encontrar a mim mesma,
encontro aquele Fiat que me diz: “Eu sou a tua vida, corre, corre sempre em Mim, no mar da minha
luz para viver dos meus atos, da minha santidade, da minha felicidade e de todos os bens que
possuo”. Mas enquanto navegava o mar do Fiat Divino, o meu doce Jesus moveu-se dentro de
mim e disse-me:
(2) “Minha filha, conforme a alma vai agindo em meu Querer Divino, assim Ele se expande mais na
criatura, de modo que cada ato a mais feito nele, tanto crescimento a mais faz nela, assim se vê
crescer em modo admirável a Vida Divina na criatura. Mas não é tudo, conforme cresce a Vida
Divina na criatura, ao mesmo tempo por quantos atos a mais faz em meu Fiat Divino, tanto mais
cresce a criatura no seio de seu Pai Celestial, o Ser Supremo abre seu seio e encerra a esta feliz
criatura para fazê-la crescer a modo divino, para vesti-la com vestidos reais, para lhe proporcionar
o alimento com suas mãos, para embelezar de rara beleza. Todo o Céu fica surpreso, arrebatado
ao ver que no seio de seu Criador cresce uma criatura, e dizem entre eles: „Alguma coisa grande
fará dela, que a ama tanto e a guarda tanto que a faz crescer em seu seio paterno.‟ E todos
esperam o pleno crescimento desta criatura para ver o que será dela. Por isso o prodígio de viver
do meu Querer é singular, Ele comunica tal poder a quem vive nele, que entra em toda parte, e o
próprio Deus ama e a quer fazer crescêr no seu seio divino. Além disso, é tal e tanta a potencialidade e difusão do ato feito em minha Divina Vontade, que onde quer que se difunda: Se
estende no céu e chama como a passar lista às estrelas, se estende no sol e chama a lista à luz,
investe o ar, o vento, o mar, e chama a lista os pássaros, à força do vento, às águas e aos peixes,
e pondo-os todos em ordem, diz a todos com seu ato: Inclinem-se e adoremos com dupla
homenagem ao nosso Criador, aquele Fiat que nos criou está em meu ato, e eu quero criar com
Ele novo amor, nova adoração e glória ao nosso Criador. E não só se estende em todas as coisas
criadas, mas se estende nos atos da Virgem, em todas as ações que Eu fiz na terra, nos atos do
seu Criador, nos de todos os santos, do primeiro ao último; a todos chama para lhes passar lista e
faz correr dentro deles a nova vida de amor, de adoração, de glória Àquele que a criou. Pode-se
dizer que onde quer que esteja minha Divina Vontade se estende o ato da criatura feito Nela, até
no inferno sentem a potência de uma criatura que opera no meu Fiat Divino, porque assim como
todo o Céu sente a nova felicidade, a glória e o novo amor do ato da criatura feito em meu Querer,
assim o inferno sente o novo tormento daquela Vontade Divina que rejeitaram, e que enquanto está
com eles, com justiça está para os atormentar, e cada vez que a criatura trabalha nela sentem o
peso da justiça mais grave sobre eles e se sentem queimados demais. Assim como nada foge do
meu Fiat Divino, assim nada foge a quem trabalha nele, e cada vez que repete seus atos, tantas
vezes passa para estar segura de que ninguém falta em seu ato de dar a nova glória, adoração e
amor a esse Deus três vezes santo, e àquela Vontade Divina que com tanto amor lhe faz lugar
para fazê-la viver nela, e a faz estender-se em sua interminabilidade”.
(3) Depois disso, eu estava fazendo meu giro no Fiat Divino e eu estava recolhendo todas as
coisas criadas, todos os atos das criaturas para formar deles um único ato na unidade Dele, e meu
amável Jesus adicionou:
(4) “Minha filha, só minha Divina Vontade possui o ato único, e em sua unidade abraça tudo, faz
tudo, dá vida a tudo, mas enquanto faz um só ato, este ato tem a fonte de todos os atos juntos, que
enquanto são efeitos do ato único, se espalham em tudo o que é criado e descem a bem das
criaturas como atos reais, enquanto na unidade do ato único do Fiat Divino é sempre um só ato,
tanto, que jamais separa de si um só efeito, nem o pode separar, porque todos os efeitos formam a
unidade do seu ato único. Acontece como ao sol, uma é a luz, um é o ato de luz que
continuamente manda à terra, mas esta única luz assim que toca a terra, os efeitos são
inumeráveis e reais, tão é verdade, que à medida que a luz toca a terra se veem os efeitos
transformados em atos, de modo que se vê a variedade das cores às flores, a diversidade das
doçuras aos frutos, e tantas outras coisas, acaso o sol perdeu um só dos tantos efeitos que como
atos reais tem comunicado à terra? Ah, não, zeloso os conserva em seu único ato de luz, muito
mais que a força, a plenitude do seu ato de luz está formado por todos os efeitos que ele possui, assim que o sol, símbolo de minha Vontade Divina, possui inumeráveis efeitos, os dá como atos
reais à terra, sem perder nenhum, e faz sempre um ato só; se isto faz o sol criado por Nós, muito
mais o faz minha Divina Vontade. Agora minha filha, o homem com sua vontade saiu da unidade
da minha, e todos seus atos perderam a força da unidade e permanecem espalhados, quem em
um ponto, quem em outro, e divididos entre eles. Estes atos humanos não tendo unidade, não têm
fontes de efeitos nem plenitude de luz, e por isso são símbolos daquelas plantas e flores que
crescem sem sol, e como estão espalhados e divididos entre eles, não têm força duradoura e
crescem míseros e descoloridos. Assim que o homem, fazendo a sua vontade, perde a unidade
com a minha, perde a fonte da vida, perde a plenitude da luz. Agora, quem vive em meu Querer
Divino vai recolhendo todos os bens espalhados pelas criaturas, e deles forma um só ato, e estes
atos chegam a ser direito de quem faz e vive em meu Fiat Divino. Não há bem que não possa
tomar quem vive em meu Querer, com a força bilocadora dele, chama, recolhe e une todos os atos
juntos, e ordenando-os todos em meu Fiat, me dá tudo e lhe dou tudo”.
(5) Depois disto estava seguindo meus atos no Querer Supremo, e milhares de pensamentos se
acumulavam em minha mente sobre as tantas maravilhas suas, mas para não me estender muito
digo só o que me disse Jesus:
(6) “Minha filha, o que se faz em minha Divina Vontade fica perdido nela, e assim como é
inseparável a luz e o calor, e se se extingue a luz fica extinto o calor, e se se dá vida à luz, por sua
natureza a luz faz surgir junto a vida do calor, assim os atos da criatura feitos nela são inseparáveis
de meu Querer, muito mais que não está sujeita a extinguir-se, porque é luz eterna e imensa, é por
isso que Adão saiu de dentro de minha Vontade quando pecou, mas seus atos ficaram nela, ele
pôde separar-se de seus mesmos atos mas seus atos feitos em meu Querer não puderam sair,
nem separar-se, porque já tinham formado sua vida de luz e de calor nela; o que entra em minha
Vontade perde a vida nela, formam a mesma vida, perdem os direitos de sair e meu Querer diz:
„Estes atos foram feitos em minha casa, em minha luz, os direitos são meus e não há força nem
humana nem divina que possa fazer sair e separar um ato feito pela criatura em minha Vontade’
Eis por que os atos de Adão feitos nela antes de pecar, estão como ato primeiro dos quais
depende a Criação e os atos das gerações humanas. Agora, suponha que você saia de dentro de
minha Vontade, você sai e fica fora, mas suas ações não saem, nem têm direito de sair, nem
podem, e até que você esteja em meu Querer, seus atos são meus e são teus, mas se você sair
você perde os direitos, e como foram feitos no reino de minha Divina Vontade e não no humano
querer, ficam como meus direitos, apesar de serem vistos e conhecidos como feitos por ti. Agora,
você deve saber que tudo o que você faz em meu Fiat, servirá como ato primeiro às outras
criaturas para viver no reino dela, como ordem, regime e vida daqueles que vivem no reino de meu Fiat; por isso te recomendo tanto o girar nele, te vigio, te acompanho, muitas vezes o faço junto
contigo, porque não só servem para ti, mas devem servir como atos primeiros e como modelos de
quem deve viver no reino do meu Fiat Divino”.

27-14
Novembro 14, 1929

Como os direitos da Criação são justos e santos; exemplo do sol, e como quem vive na Divina Vontade é o verdadeiro sol.

(1) Estou sempre em minha amada herança do Fiat Divino, quanto mais dentro estou, mais sinto
amá-la, quanto mais caminho nela, tanto mais se descobre, mais se faz conhecer e me diz: “Vive
sempre em tua preciosa herança, que com tanto amor te foi dada; ela é tua, será sempre tua,
inseparável de ti, jamais permitirei que minha pequena filha não sinta o batimento de minha luz, o
respiro de meu ar balsâmico, a Vida de minha Divina Vontade”. Mas enquanto minha pequena
mente se perdia no Querer Divino, meu amável Jesus saindo de dentro da mesma luz do Fiat
Divino me disse:

(2) “Minha filha, o sol, porque possui a força da unidade de sua luz, dada a ele por seu Criador, ela
não está sujeita a se dividir, nem sequer a perder uma pequena gota de luz; assim, em virtude
desta força única de luz que o sol possui, não há nada que toque, que invista, a que não dê seus
preciosos efeitos. O sol parece que se diverte com a terra, dá seu beijo de luz a cada uma das
criaturas, a cada planta, abraça a todos com seu calor, parece que sopra e comunica as cores, a
doçura, os sabores, e quanto mais generoso em dar seus efeitos, e por que isso? Porque quer
manter os direitos de sua criação e não perder nada do que Deus lhe doou. Oh, se o sol perdesse
sua luz, iria terminar pouco a pouco em não ser mais sol! Os primeiros direitos do modo como
todas as coisas foram criadas, compreendendo o homem, são sagrados, santos e justos, e com
justiça todas se deveriam manter no primeiro ato como foram criadas; só o homem não soube
manter a grande honra de como foi criado por Deus, mas lhe custou demasiado caro, e por isso
sobre ele choveram todos os males.
(3) Agora minha filha, quem vive em minha Divina Vontade possui os direitos de sua criação, e por
isso vive mais que sol na unidade de seu Criador, ela é a reprodutora dos efeitos da unidade
divina, nesta unidade recolhe tudo, abraça a todos, esquenta a todos, e com o sopro da unidade
divina produz todos os efeitos que há no reino da graça nos corações das criaturas. Mas quanto
mais que sol se diverte ao tocar tudo, com seus toques dá santidade, virtude, amor, doçura divina,
gostaria de encerrar a todos na unidade de seu Criador; mas enquanto quer dar tudo, ciumenta se
conserva os direitos de sua criação, isto é a Vontade de seu Criador como seu primeiro ato e
princípio de sua criação, e diz a todos: ‘Eu não posso descer de dentro do Fiat Divino, nem quero
perder nem sequer uma gota dele, perderia meus direitos, o que não quero fazer, mas sim subam
todos e uma será a Vontade de todos, assim faremos vida comum, mas até que estejais no baixo
da vontade humana, como sol vos darei os efeitos da Vontade Divina, mas sua Vida será sempre
minha, implorando e esperando por todos na Vontade do nosso Criador.’ Quem vive em minha
Divina Vontade é o verdadeiro sol, do qual aparentemente não se vê outra coisa que luz, e não se
sente mais que calor, mas dentro daquela luz e calor, quantos bens não há? Quantos efeitos?
Dentro daquela luz e calor está encerrada a vida e os bens da terra. Assim quem vive em meu Fiat
Divino, aparentemente se vê criatura, mas dentro há uma Vontade Divina que sustenta tudo, Céu e
terra, e que não quer ter ociosa aquela que possui tanto bem”.

28-14
Junho 2, 1930

A Divina Vontade é paz e segurança. Dúvidas e temores. Só Jesus é autor das leis.
Necessidade das vindas de Jesus. A desconfiança, o ato débil de nossos séculos.

(1) Sentia-me oprimida pelas privações do meu doce Jesus. Oh Deus, que pena! É pena sem
misericórdia, sem alívio, sem apoio, faltando Jesus falta tudo, por isso sente-se que falta a Vida de
quem pode dar vida; é pena que converte a todo o pobre ser humano em vozes que chamam
Aquele que pode dar-lhe a vida; é pena de luz que revela com mais clareza quem é Jesus. Mas,
enquanto nadava na dura dor de sua privação, outra dor se acrescenta, que me martelava minha
pobre inteligência, tinham-me dito que se duvidava de meus escritos porque se encontrava neles
que Jesus me havia beijado, abraçado, e quase diariamente tinha vindo a mim. Minha pobre mente
não suportava e enlouquecendo dizia: “Olha meu amor o que significa não te fazer ver e não te dar
a conhecer a todos, se o fizesse, eles cairiam na rede se não pudessem estar sem Ti e te fariam
cair em Ti para não poder estar sem eles”. Eu me sentia torturada pelas dúvidas, por temores que
não é necessário colocar no papel. E meu doce Jesus tendo compaixão de mim, todo bondade me
disse:
(2) “Minha filha, acalma-te, acalma-te, tu sabes que jamais tolerei em ti dúvidas e temores, porque
são trapos velhos da vontade humana; meu Fiat Divino, onde Ele reina não admite estas misérias,
porque por sua natureza é paz e segurança, e assim torna a alma que se faz dominar por sua luz.
Por isso não quero nada mais de ti, senão que teu respiro, teu batimento cardíaco, todo teu ser,
não seja outra coisa que Vontade minha e amor. O amor e a Divina Vontade unidos juntos formam
o maior oferecimento, a mais bela homenagem que a criatura pode fazer ao seu Criador, o ato que
mais se assemelha ao nosso ato. É por isso que nos devemos amar sempre e nunca interromper o
nosso amor. Uma Vontade Divina sempre cumprida e um amor nunca interrompido, é a coisa maior
que se pode encontrar no céu e na terra, e isto é só de nosso Ser Divino e de quem se dá em
poder de nosso Querer. Além disso minha filha, por que te aflige tanto pelo que disseram? Eu sou
o autor das leis e ninguém pode me submeter a nenhuma lei, e por isso faço o que quero e o que
mais me agrada. O dispor das almas, o cumprir em quem um desígnio meu, em quem algum outro,
é direito que reservei para Mim só, e além disso, o que é mais, o receber-me Sacramentado cada
dia, entrar em sua boca, descer no estômago e ainda em pessoas cheias de paixões para
comunicar minha Vida, meu sangue para misturá-la com o sangue deles, ou dar um beijo, um abraço a quem me ama e vive só para Mim? Oh! como é verdade que a vista humana é curta, e
fazem grandes as coisas pequenas, e as coisas grandes as fazem pequenas pela simples razão de
que não são comuns a todos. Além disso, tudo o que aconteceu entre Eu e você, tantas
intimidades, tantos excessos de meu amor, minhas repetidas vindas, requeria-o o decoro de minha
Divina Vontade que devia fazer conhecer por meio de você. Se Eu não tivesse vindo
frequentemente, como poderia dizer-te tantas coisas sobre minha Divina Vontade? Se não tivesse
feito em teu coração minha sede, como meu templo vivo, não teriam sido tão contínuas minhas
lições, por isso deveriam compreender que tudo o que fiz a sua alma devia servir a minha Divina
Vontade, a qual tudo merece, e o ouvir minhas tantas condescendências amorosas devia servir
para fazer compreender quanto amo a criatura, e quanto posso amá-la, para elevar a criatura ao
meu puro amor e à plena confiança que deve ter para com quem tanto a ama, porque se entre a
criatura e Eu não há plena confiança, não se podem elevar a viver em minha Divina Vontade. A
desconfiança sempre coloca obstáculo à união entre Criador e criatura, é a que lhe impede o voo
para quem tanto a ama, a faz viver à superfície, e embora não caia, faz-lhe sentir ao vivo suas
paixões. Muito mais que a desconfiança tem sido o ato débil no decorrer dos séculos, e às vezes
até mesmo as almas boas têm retrocedido no caminho das virtudes por causa da desconfiança, e
Eu para remover este entorpecimento que produz o espectro da desconfiança, quis mostrar-me
contigo todo o amor, e ao familiar mais que pai e filha, para voltar a chamar não só a ti, mas a
todos os demais a viver como filhos, como arrulhados em meus braços, e Eu gostei, e também tu,
como é bonito ter a criatura toda amor e toda confiança Comigo. Eu posso dar o que quero, e ela
não tem nenhum temor de não receber o que quer, assim que posta em ordem a verdadeira
confiança entre a criatura e Eu, vem tirado o maior obstáculo para fazer reinar minha Divina
Vontade em suas almas. Então minha filha, Eu sei para onde meus olhos tendem, e a que devem
servir, sei o que faço de grande e belo quando escolho uma criatura, e o que eles sabem? E além
disso, sempre têm algo a dizer sobre o meu trabalho, minha breve vida aqui embaixo não foi
perdoada quando minha Santíssima Humanidade estava no meio deles e Eu era todo amor para
eles, não obstante se me aproximava muito dos pecadores tinham o que dizer, diziam que não era
decoroso para Mim tratar com eles, e Eu os deixava dizer, e sem dar importância a seu falar fazia
meus atos, me aproximava mais dos pecadores, os amava de mais para atraí-los a me amar; se
fazia milagres tinham que dizer, pois como me julgavam filho de São José diziam que não podia
sair de um artesão o Messias prometido, e iam suscitando dúvidas sobre minha Divina Pessoa,
tanto de formar nuvens em torno do Sol de minha humanidade, e Eu suscitava os ventos para
desembaraçar-me das nuvens e reaparecia mais radiante em meio a eles para cumprir a finalidade
de minha vinda à terra, que era a Redenção. Por isso não te admires que tenham descoberto o que dizer sobre o modo como me comportei contigo, e que, se bem tenham formado nuvens em torno
do modo de agir que tenho usado contigo, mas Eu suscitarei os meus ventos para livrar-me destas
nuvens, e se amam a verdade conhecerão que o modo como me comportei contigo, apesar de não
o ter usado com outras almas, era necessário para nosso amor, porque devia servir a nossa
mesma Vontade para fazê-la conhecer e fazê-la reinar”.
(3) Em seguida, adicionou com um sotaque mais terno:
(4) “Minha filha, pobrezinhos, não estão acostumados a caminhar nos campos da luz de minha
Divina Vontade, por isso não é maravilha que sua inteligência tenha ficado como deslumbrada,
mas se se acostumarem a olhar a luz verão claro que só meu amor podia chegar a tanto; e como
amo tanto que se conheça minha Divina Vontade para fazê-la reinar, quis ser exuberante no
excesso de meu amor que continha em meu coração. Aliás, tudo o que fiz contigo pode ser
chamado de prelúdio do que farei àqueles que se farão dominar por meu Fiat. Mas digo-te que,
assim como todos aqueles que tinham alguma coisa a dizer sobre a minha humanidade, estando
na terra, e que não se renderam à santidade das minhas obras, ficaram em jejum do bem que eu
vim trazer a todos, e ficaram de fora das minhas obras, assim será daqueles que dizem do como,
do modo do que disse, se não se rendem, também eles ficarão em jejum e fora do bem que com
tanto amor queria trazer a todos”.

29-14
Maio 4, 1931

Poder da palavra de Jesus. Os atos repetidos são como a seiva às plantas. As penas forçadas perdem a frescura. Jesus quer estar livre na alma.

(1) Meu abandono no Querer Divino continua, seu doce império alenta minha pobre vontade, que
se bem frequentemente quisesse sair como em campo para fazer sua vida, dadas as
circunstâncias dolorosas em que me encontro, mas o Fiat onipotente, com a força irresistível de
sua luz, se fixa sobre a noite de minha vontade, e me impede o passo, e formando seu dia de luz
em minha alma me atrai para fazer meus pequenos atos em seu Querer Divino. E eu pensava
entre mim: “Por que Jesus tem tanto interesse que não interrompa meus repetidos atos em sua
adorável Vontade?” E Jesus com toda ternura e bondade me disse:
(2) “Minha filha, porque todos os atos que fazes em teu interior são atos ensinados e formados por
Mim, assim que são atos meus, e Eu não quero que você fique atrás, sem unir-se a mim para
segui-los. Porque tu deves saber que quando faço um trabalho na alma, quando falo e ensino, teu
Jesus tem tal poder, de converter em natureza o bem ensinado e operado na criatura, e o bem em
natureza não se pode destruir, seria como se você tivesse o olho dado por Deus como propriedade
de sua natureza e não te servisse para ver; a voz, as mãos, os pés, e não te servissem para falar,
para agir e caminhar, não seria digna de condenação? Agora, assim como dou os dons em
natureza ao corpo, assim quando falo, minha palavra criadora tem a potência de dar à alma, como
em natureza, o dom que tento dar com minha palavra, porque um Fiat meu pode encerrar um céu,
um sol, uma oração incessante por dom, com a qual meu Fiat tem a potência de converter como
em natureza da alma estes dons. Por isso o que tu fazes dentro de ti são dons em natureza que
minha palavra formou em ti, por isso estarás atenta para não ter inúteis meus dons, Eu os coloquei
em você para fazer com que com estes atos repetidos em meu Querer possamos juntos pedir o
grande dom de que minha Divina Vontade venha a reinar sobre a terra. Muito mais boa filha, que
os atos repetidos são como a seiva à planta, se a planta não tem seiva está seca e não pode
produzir nem flores nem fruta, a seiva é como o sangue vital da planta, que circulando nela a
conserva, faz crescer e faz produzir os frutos mais belos e saborosos, que chegam a formar a
glória e a utilidade do agricultor; mas esta seiva não se forma por si mesma na planta, é o agricultor
que deve estar atento a regá-la e cultivá-la, mas não uma vez, mas sempre, dando-lhe como em
natureza a seiva suficiente para fazer com que a pobre planta encontre o alimento diário para
vegetar e crescer, para poder dar seus frutos àquele que a cultiva, mas se o agricultor é um
preguiçoso, a planta perde a seiva e morre. Veja então o que são os atos repetidos, são o sangue
da alma, o alimento, a conservação e o crescimento dos meus dons, aos quais Eu, como Agricultor
Celestial nunca cesso de te regar, por isso não há perigo de que possa ser preguiçoso, mas tu
deves receber esta sábia vital, e só a recebes quando repetes os atos na minha Vontade no fundo
da tua alma, então abre a boca, e Eu te regando te dou o sangue em tua alma para te dar o calor
divino, o alimento celestial, e acrescentando outras palavras minhas te conservo e te acrescento
meus dons. Oh! Se a planta tinha razão e se recusou a ser regada pelo agricultor, que sorte teria a
pobre planta? A sorte de perder a vida! E que dor do pobre agricultor! Por isso repetir os atos é
querer a vida, é tomar o alimento; repetir é amar, apreciar e apagar as ânsias e contentar o teu
Agricultor Celestial, que com tanto amor trabalhou no campo de tua alma, e conforme te sinto
repetir teus atos junto Comigo, ou sozinha, dai-me os frutos do meu trabalho, e Eu sinto-me amado
novamente e correspondido pelos tantos dons que te dei, e me disponho a dar-te dons maiores.
Por isso seja atenta e faça que sua constância seja a força vencedora, que vence e domina o teu
Jesus”.
(3) Depois disto me senti como se devesse cair em meu habitual estado de sofrimento, e dadas as
imposições que há, sentia repugnância de aceitar, minha pobre natureza tremia e sentia a
necessidade de dizer junto com meu doce Jesus: Pai, se possível passe de mim este cálice, mas
seja feita a tua vontade, não a minha. E o meu amado Jesus acrescentou:
(4) “Minha filha, não quero em ti as penas forçadas, mas voluntárias, porque as penas forçadas
perdem o frescor, a beleza e o doce encanto da semelhança com as penas do teu Jesus, que
todas foram sofridas por Mim de forma voluntária, e são como aquelas flores murchas, como
aqueles frutos imaturos que a vista desdenha e a boca não pode comer, tanto é a falta de sabor e
dureza daquelas frutas. Tu deves saber que quando escolho uma alma, Eu formo nela meu quarto,
e quero ser livre de fazer em minha casa o que Eu quero, e de estar como me agrada, não quero
restrições da parte da criatura, quero absoluta liberdade, de outra maneira me tornaria infeliz e estaria obstruído em meu modo de agir; seria a maior desventura, inclusive ao mais pobre, não
gozar a liberdade em sua pequena espelunca, e incorreria na desventura de um pobre indivíduo
que tendo-se formado com tanto amor uma habitação, quando a tem acondicionado e posto em
ordem, entra para habitá-la, mas com sua dor lhe vêm feitas imposições e restrições, e lhe dizem:
‘Neste quarto não pode dormir, neste não pode receber, neste outro não pode passar’. Em resumo,
não pode estar como quer nem fazer o que quer, assim que pobrezinho, sente-se infeliz porque
perdeu sua liberdade, e está arrependido dos sacrifícios que tem feito para fabricar-se esta
habitação. Assim sou Eu, quantos trabalhos, quantos sacrifícios, quantas graças não derramei para
converter uma criatura no meu quarto, e quando tomo posse, mais do que tudo amo e quero a
liberdade em minha casa, e quando encontro, agora a repugnância, agora as restrições, em vez de
adaptar a habitação a Mim, Eu devo adaptar-me a ela, por isso não posso desenvolver minha Vida,
nem os meus modos divinos, nem me é dado cumprir a finalidade para a qual com tanto amor,
escolhi este quarto. Por isso quero liberdade, e se queres fazer-me feliz deixa-me livre de fazer o
que quero”.

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