Estudo 23 Livro do Céu Vol. 12 ao 20 – Escola da Vontade Divina


PARTE 1 PARTE 2
12-24
Outubro 23, 1917

Primeiro ato que Jesus fez ao receber-se Sacramentado.

(1) Esta manhã, depois de ter recebido o bendito Jesus estava dizendo-lhe: “Minha vida Jesus,
diga-me, qual foi o primeiro ato que fez quando recebeu a Si mesmo Sacramentalmente”.
(2) E Jesus: “Minha filha, o primeiro ato que fiz foi o de multiplicar minha Vida em tantas Vidas
minhas por quantas criaturas possam existir no mundo, a fim de que cada uma tivesse uma
Vida minha unicamente para ela, que continuamente reza, agradece, dá satisfação, ama, por

ela sozinha, como também multiplicava as minhas penas por cada alma, como se só por ela
sofresse e não por outros. Naquele momento supremo de receber-me a Mim mesmo, Eu dava a
todos, e a sofrer em cada um dos corações minha Paixão, para poder subjugar os corações por
meio de penas e de amor, e dando-lhes todo o meu divino, vinha a tomar o domínio de todos.
Mas, ai de mim! meu amor ficou desiludido por muitos e espero com ânsia os corações
amantes, que recebendo-me se unam Comigo para multiplicar-se em todos, desejando e
querendo o que quero Eu, para tomar ao menos deles o que não me dão os outros, e para
receber o prazer de tê-los conforme meu desejo e a minha vontade. Por isso minha filha,
quando me receberes faz o que fiz Eu, e Eu terei satisfação de que ao menos sejamos dois que
queremos a mesma coisa”.
(3) Mas enquanto dizia isto, Jesus estava muito aflito, e eu disse-lhe: “Jesus, que tens tu que
estás tão aflito?”
(4) “Ai, ai, quantos males como torrente impetuosa inundarão os países, quantos males,
quantos males! A Itália está a atravessar horas tristes, tristíssimas. Estreitem-se mais a Mim,
estejam de acordo entre vós, rogai a fim de que os males não sejam piores”.
(5) E eu: “Ah! meu Jesus, que será do meu país? Não será que já não me queres como antes,
porque me amando Tu perdoavas em algo os castigos”.
(6) E Ele quase chorando: “Não é verdade, te quero bem”

13-25
Outubro 18, 1921

A perturbação da alma é noite e impede que desponte o Sol Jesus. A perturbação não é
outra coisa que falta de abandono em Deus.

(1) Passei o dia distraída por algumas coisas que escutei e que não é necessário dizê-las aqui,
e também um pouco perturbada, e por quanto me esforçava não conseguia me libertar. Durante
todo o dia não vi o meu doce Jesus, a vida da minha alma, como se a perturbação fosse um
véu que, pondo-se entre Ele e eu, impedia o poder de o ver. Então, já avançada a noite, minha
mente cansada se acalmou, e meu amável Jesus, como se estivesse esperando, se fez ver e
sofredor me disse:
(2) “Minha filha, hoje com tua turbação impediste que o sol de minha Pessoa despontasse em ti,
a turbação é nuvem entre ti e Eu que impede que os raios desçam em ti, e se não baixam os
raios, como podes ver o sol? Se soubesses o que significa não fazer despontar o meu sol, o
grande mal para ti e para todo o mundo, estarias muito atenta a não te perturbar jamais, porque
para as almas perturbadas é sempre noite, e na noite não surge o sol; em troca, para as
pacíficas é sempre dia, e eu, a qualquer hora que queira surgir meu sol, a alma está sempre
pronta a receber o bem de minha vinda. Além disso, a perturbação não é outra coisa que falta
de abandono em Mim, e Eu quero-te tão abandonada em meus braços, que nem sequer um
pensamento deves ter de ti, Eu pensarei em tudo. Não temas, teu Jesus não pode fazer menos
que tomar cuidado de ti, ter-te defendida de todos, me custas muito, muito tenho posto em ti, só
Eu tenho direito sobre ti. Então, se os direitos são meus, a custódia será toda minha, por isso
fique em paz e não tema”.

14-23
Abril 17, 1922

O Querer Divino torna-se ator e constitui a alma rainha de tudo.

(1) Continuando o meu habitual estado, encontrei-me fora de mim mesma e encontrei o meu
doce Jesus, a minha vida, o meu tudo; dele saíam inúmeros sóis de luz que o circundavam. Eu
voei no meio daquela luz, e lançando-me em seus braços o apertei forte, forte, dizendo-lhe:
“Finalmente te encontrei, agora não te deixo mais. Você me faz esperar muito e eu sem Ti fico
sem vida, mas sem vida não posso estar, por isso agora não te deixo mais”. E apertava-o com
mais força, por medo de que fugisse, e Jesus, como se estivesse a abraçar-me, disse-me:
(2) “Minha filha, não temas, tampouco Eu te deixo mais, se você não sabe estar sem Mim,
tampouco Eu sei estar sem ti, e para que esteja segura de que não te deixo, quero te acorrentar
com minha mesma luz”.
(3) Eu estava tão imersa e entrelaçada na luz de Jesus, que me parecia que não poderia
encontrar o caminho para sair dela. Como me sentia feliz e quantas coisas compreendia
naquela luz, faltam-me as palavras para me expressar, só recordo que me disse:
(4) “Filha de meu Querer, esta luz que você vê não é outra coisa que minha Vontade, que quer
consumir tua vontade para te dar a forma de nossa imagem, isto é, das Três Divinas Pessoas,
de modo que te transformando toda em Nós, deixaremos em ti nosso Querer como ator divino
que nos semeie em nossas obras e nos dê a correspondência do que fazemos Nós, assim que
sairão de Nós nossas imagens, e nosso Querer obrante em ti fará outro tanto.¡ Oh! como a
finalidade da Criação será completada, o eco do nosso Querer será o eco do nosso Querer
possuído por ti, a correspondência será recíproca, o amor será recíproco, estaremos em plena
harmonia, a criatura desaparecerá em seu Criador e então nada faltará a nossa alegria, a nossa

felicidade, pelas quais fizemos sair fora à Criação, o façamos ao homem a nossa imagem e
semelhança terá seu efeito, e só nosso Querer, como atuante na criatura, dar cumprimento a
todos os requisitos, e a Criação nos trará a finalidade divina e a receberemos em nosso colo
como obra nossa, como a fizemos sair. E além disso, se não podes estar sem Mim, é o eco de
meu amor que ressoa em teu coração, porque não sabendo estar sem ti, te chama e tu,
sacudida, buscas Aquele que tanto te ama, e Eu ao ver-me buscado sinto o eco de teu amor no
meu, e sinto-me atraído a enviar-te nova corrente de amor para que mais me procures”.
(5) E eu: “Ah! Meu amor, às vezes por quanto te busco Você não vem, por isso agora que te
encontrei não te deixo mais, não voltarei mais a meu leito, não posso, muito me fez esperar e
temo que retornando Você repetirá suas privações”. E apertava-o com mais força, repetindo:
“Não te deixo mais, não te deixo mais”. E Jesus, se bem gozava dos meus abraços, disse-me:
(6) “Filha amada minha, tu tens razão em que não podes estar sem Mim, sem a tua vida; mas, e
da minha Vontade, que faremos? Desde que seja a minha vontade que te queira de volta à tua
cama, não temas, eu não te deixarei; deixarei entre ti e eu a corrente da luz da minha vontade,
e tu, quando me quiseres, tocarás a corrente da luz do meu Querer, e eu imediatamente sobre
as asas dela virei a ti; por isso regressa, não por outra coisa, senão só para que meu Querer
cumpra seus desígnios e faça o caminho que quer fazer em ti, te acompanharei eu mesmo para
te dar a força de te fazer voltar”.
(7) Mas, mas, oh! bondade de Jesus, parecia que se não tinha meu consentimento, tampouco
Ele queria me fazer voltar, e apenas disse: “Jesus, faça o que quiser”. Encontrei-me em mim
mesma.
(8) Agora, todo o dia me senti circundada de luz, e quando o queria tocava a luz e Ele vinha. No
dia seguinte me transportou para fora de mim mesma e me fazia ver todas as coisas criadas,
das quais Jesus era não só o Criador e dominador, senão que dele saía a vida da conservação
de todas as coisas, a corrente da potência criadora estava em contínua relação com elas, e se
esta faltasse, todas as coisas se resolveriam no nada. Então meu doce Jesus me disse:
(9) “À filha de meu Querer dar-lhe a supremacia sobre tudo, meu domínio e o seu devem ser
um só, se Eu sou Rei, ela deve ser rainha, e se de tudo te dei conhecimento, é porque quero
que não só conheça meus domínios, mas que junto comigo domines e concorras à conservação
de todas as coisas criadas. Meu Querer, assim como se estende de Mim sobre todos, quero
que se estenda desde ti”.
(10) Depois me fez notar um lugar no mundo do qual saía um fumo negro, e me disse:
(11) “Olhe, ali há homens de estado que querem decidir a sorte dos reinos, mas fazem sem
Mim, e onde não estou Eu não pode haver luz, não têm outra coisa que a fumaça de suas
paixões que os cega principalmente, por isso nada de bom concluirão, mas todo o servirá para
exasperar-se reciprocamente e suscitar mais graves consequências. Pobres povos, dirigidos
por homens cegos e interessados, estes homens serão apontados como uma fábula da história,

bons só para levar ruína e desordem, mas retiremo-nos, deixemo-los a expensas deles
mesmos, a fim de que possam conhecer o que significa fazer sem Mim”.
(12) Então Ele desapareceu e eu me encontrei em mim mesma.

15-24
Maio 23, 1923
A Vontade de Deus é plenitude, e quem nela vive deve concentrar tudo em si.

(1) Suas privações continuam, e apenas tendo-se feito ver meu doce Jesus lhe disse:
(2) “Diz-me meu amor, em que te ofendi que foge longe de mim? ¡ Ah! meu coração sangra pela
intensidade da dor”.
(3) E Jesus: “Acaso te desviaste da minha vontade?”
(4) E eu: “Não, não, o Céu me livra de tal desgraça”.
(5) E Ele: “E por que então me pergunta em que me ofendeu? A culpa entra quando a alma se
subtrai de minha Vontade. Ah! minha filha, para tomar plena posse da minha Vontade deves
concentrar em ti todos os estados de ânimo de todas as criaturas, e conforme passas um estado
de ânimo, assim tomas o domínio. Isto aconteceu na minha Mãe e na minha Humanidade, quantas
tristezas, quantos estados das almas estavam concentrados em Nós? Minha querida Mamãe
muitas vezes ficava no estado da pura fé, e minha gemente Humanidade ficava como triturada sob
o peso enorme de todos os pecados e penas de todas as criaturas, mas enquanto sofria ficava com
o domínio de todos os bens opostos a esses pecados e penas das criaturas, e minha amada Mãe
ficava Rainha da fé, da esperança e do amor, dominadora da luz, tanto de poder dar fé, esperança,
amor e luz a todos. Para dar é necessário possuir, e para possuir é necessário concentrar em si
aquelas penas, e com a resignação e com o amor mudar em bens as penas, em luz as trevas, em
fogo as friezas. Minha Vontade é plenitude, e quem deve viver nela deve entrar no domínio de
todos os bens possíveis e imagináveis, quanto a criatura é possível. Quantos bens não posso dar a
todos, e quantos a minha inseparável mãe não pode dar? E se não damos demais é porque não há
quem tome, porque tudo o sofremos, e enquanto estávamos na terra nossa morada foi na plenitude
da Divina Vontade.
(6) Agora cabe a você fazer nosso mesmo caminho e morar onde Nós moramos; você acredita que
seja coisa de nada, ou como todas as outras vidas, ainda santas, o viver em Nosso Querer? ¡ Ah!
Não, não, é o todo, aqui convém abraçar tudo, e se alguma coisa te escapa não podes dizer que
vives na plenitude da nossa Vontade, por isso sê atenta e segue sempre o voo no meu Eterno
Querer”.

16-24
Outubro 16, 1923
Para que a Divina Vontade desça à terra, é necessário que a vontade humana suba ao Céu, e
para subir ao Céu é necessário Esvaziá-la de tudo o que é humano.

(1) A dor da privação do meu Jesus concentra-se mais no meu pobre coração. Que longas noites
sem Ele, sem Jesus me parecem noites eternas, sem estrelas e sem sol, só me resta se amável
Querer onde me abandono e encontro meu repouso nas densas trevas que me circundam. E Jesus,
Jesus, vem ao meu coração dilacerado, pois não posso mais sem Ti! Então, enquanto nadava no

mar imenso da dor de sua privação, meu Jesus movendo-se dentro de mim, e segurando as min-
has mãos nas suas ele apertou-as fortemente ao seu coração e disse-me:

(2) “Minha filha, para descer a minha Vontade à terra, é necessário que a tua vontade suba ao Céu,
e para subir ao Céu e viver na pátria celestial é necessário esvaziá-la de tudo o que é humano, de

tudo o que não é santo, puro e reto. Nada entra no Céu a fazer vida comum com Nós, se não é tu-
do divinizado e transformado tudo em Nós; nem minha Vontade Divina pode descer à terra e

desenvolver sua Vida como em seu próprio centro, se não encontrar a vontade humana vazia de
tudo, para enchê-la de todos os bens que meu Querer contém. Ela não será outra coisa que um
véu sutilíssimo que me servirá para me cobrir e habitar dentro, quase como hóstia consagrada, na
qual eu formo a minha vida, faço todo o bem que quero, rezo, sofro, gozo, e a hóstia não se opõe,
deixa-me livre, seu ofício é prestar-se a ter-me escondido e em silêncio aderir a conservar a minha
Vida Sacramental.
(3) Este é o ponto onde estamos, seu querer entrar no Céu, e o meu a descer à terra; por isso o
seu não deve ter mais vida, não deve ter razão de existir. Isto aconteceu a minha humanidade, que

enquanto tinha uma vontade humana, esta estava toda atenta a dar vida a a Vontade Divina, ja-
mais se arbitrou por si só, nem sequer respirar por si só, senão que mesmo o Eu dava e tomava na

Vontade Divina, e por isso o Querer Eterno reinou em mim Humanidade como no Céu assim na
terra, nela fez sua Vida terrestre, e minha vontade humana, sacrificada toda à Divina, impeliu que a
tempo oportuno descesse à terra para viver no meio das criaturas como vive no Céu. Não queres
tu dar o primeiro lugar na terra à minha vontade?”
(4) Agora, enquanto dizia isto, parecia-me encontrar-me no Céu, e como que a partir de um ponto
só via todas as gerações, e eu, prostrando-me ante a Majestade Suprema tomava seu mútuo amor,
sua adoração perfeita, a santidade sempre uma de sua Vontade, e as oferecia em nome de todos
como correspondência do amor, da adoração e da submissão e união que cada criatura deveria ter
com seu Criador. Queria unir Céu e Terra, Criador e criatura, a fim de que se abraçassem e se
dessem o beijo da união de suas vontades. Então meu Jesus tem adicionado:
(5) “Esta é a tua tarefa, viver entre nós e fazer teu tudo o que é nosso e dá-lo a nós por todos os

teus irmãos; então nós, atraídos pelo que é nosso, podemos ficar vinculados com as gerações hu-
manas e lhes dar de novo o beijo supremo da união da sua vontade com a nossa, beijo que lhe

demos na Criação”.

17-23
Novembro 27, 1924

A imutabilidade de Deus, e a mutabilidade das criaturas.

(1) Estava pensando na imutabilidade de Deus e na mutabilidade das criaturas. Que diferença!
Agora, enquanto eu pensava assim, meu sempre benigno Jesus se moveu dentro de mim dizendo:.
(2) “Minha filha, olha, não há ponto onde meu Ser não se encontre, não tenho para onde me
mover, nem à direita, nem à esquerda, nem adiante, nem atrás; nenhum vazio existe que não
esteja cheio por Mim. Minha firmeza, não encontrando ponto onde não esteja Eu, sente-se

inabalável; é minha Imutabilidade eterna. Esta imutabilidade imensa me faz imutável nos prazeres,
o que eu gosto, eu gosto sempre; imutável no amor, no gozar, no querer, amada uma vez uma
coisa, gozada, querida, não há perigo de que me mude, para mudar deveria restringir minha
imensidão, o que não posso nem quero. Minha imutabilidade é a auréola mais bela que coroa
minha cabeça, que se estende sob meus pés, que presta eterna homenagem a minha Santidade
imutável. Diga-me, há algum ponto onde você não me encontre?”.
(3) Enquanto dizia isto, diante de minha mente se fazia presente esta imutabilidade Divina, mas
quem pode dizer o que compreendia? Temo dizer desatinos e por isso melhor passo adiante.. Ao
me falar depois sobre a mutabilidade da criatura me dizia:.
(4) “Pobre criatura, como é pequeno seu lugarzinho! E além de pequeno não é nem sequer estável
e fixo seu lugar, hoje em um ponto, amanhã atirada a outro; esta é também a causa de que hoje
ama, lhe agrada uma pessoa, um objeto, um lugar, e amanhã muda e talvez até despreze o que
ontem lhe agradava e amava. Mas você sabe o que torna a pobre criatura mutável? A vontade
humana a torna volúvel no amor, nos prazeres, no bem que faz. A vontade humana é aquele vento
impetuoso que move a criatura como uma cana vazia a cada sopro, ora à direita, ora à esquerda.
Por isso ao criá-la quis que vivesse da minha Vontade, a fim de que detendo este vento impetuoso
da vontade humana, a fizesse firme no bem, estável no amor, santa no agir; queria fazê-la viver no
imenso território da minha Imutabilidade, mas a criatura não se contentou, quis seu pequeno
lugarzinho e se tornou o brinquedo de si mesma, dos demais e de suas mesmas paixões. Por isso
rogo, suplico à criatura que tome esta minha Vontade, que a faça sua a fim de que retorne àquela
Vontade imutável de onde saiu, a fim de que não mais volúvel se torne, senão estável e firme. Eu
não me mudei, por isso a espero, a anseio, a quero sempre em minha Vontade”.

18-25
Fevereiro 18, 1926
Cada manifestação sobre a Vontade Divina é uma bem-aventurança que brota de Deus, e
cada ato de vontade humana rejeita estas bem-aventuranças.

(1) Sentia-me oprimida por tantos pensamentos que giravam em minha mente, com o agregado da
privação de meu doce Jesus; e enquanto lutava entre a esperança de que não me teria deixado por
longo tempo sem Ele, e entre o temor de não vê-lo mais, O meu amável Jesus surpreendeu-me e
encheu-me toda de Si mesmo, de modo que não me via mais a mim, mas apenas a Jesus, que
formava em torno Dele um mar imenso de muitas chaminhas, e estas eram todas as verdades que
se referiam à Divindade e ao seu amável Querer. Eu teria querido tomar aquelas chamas para
conhecer Aquele que é tudo para mim e fazê-lo conhecer por todos, mas que, em algumas coisas
não encontrava as palavras humanas para expressá-las, onde a pequenez de minha mente não as
podia conter, onde o infinito que não me era dado abraçar, onde o imenso no qual eu ficava
dispersa. De tudo compreendia alguma coisa, mas, ai de mim! a linguagem celeste é muito
diferente da linguagem terrestre, portanto não encontrava as palavras adequadas para fazer-me

compreender, muito mais que estando com Jesus eu tenho a mesma linguagem dEle, nos
compreendemos de maravilha os dois, Mas retirando-se Jesus e encontrando-me em mim mesma,
sinto tal mudança, que com dificuldade posso dizer alguma coisa, e talvez meia deforme e
balbuciando como uma pequena menina. Então, enquanto nadava naquele mar de chagas, meu
amado Jesus me disse:.

(2) “É justo que a pequena recém-nascida de meu Querer Supremo tome parte nas bem-
aventuranças, alegrias e felicidade d’Aquele que a trouxe à luz. Todas estas chagas que Tu vês no

mar interminável da Minha Vontade, são símbolos das bem-aventuranças, alegrias e felicidade
secretas que Ela contém; digo secretas porque não tendo manifestado ainda a plenitude do
conhecimento que o Querer Eterno contém, nem havendo disposições convenientes nas criaturas
para as manifestar, todas estas bem-aventuranças estão ad intra na Divindade, esperando que
sejam tiradas fora para quem devia nascer, viver e fazer vida em nosso Querer sem interrupção
alguma, Porque sendo uma sua vontade com a nossa, todas as portas divinas estão abertas e os
nossos mais íntimos segredos revelados, as alegrias e as bem-aventuranças tornam-se comuns,
porque criatura é possível. Portanto olha minha filha, cada manifestação que te faço sobre minha
Vontade é uma bem-aventurança que brota do seio da Divindade, a qual não só te faz feliz e te
dispõe principalmente a viver em meu Querer, senão que te prepara a outros novos
conhecimentos, e não só isto, senão que todo o Céu fica inundado daquela nova bem-aventurança
que saiu de nosso seio. Oh, como te agradecem e rogam que Eu continue as manifestações sobre
minha Vontade! Estas bem-aventuranças foram encerradas em Nós pela vontade humana, e cada
ato de vontade humana é um fechamento a estas bem-aventuranças celestes, não só no tempo
mas também na eternidade, Porque cada ato da minha vontade feito na terra lança a semente na
alma daquela bem-aventurança que deverá gozar no Céu, sem a semente é inútil esperar a planta.
Por isso te quero sempre mais dentro em meu Querer”..

19-25

Maio 31, 1926

Diferença entre quem vive no Querer Divino
e entre quem está resignado e submetido. A primeira
é sol, a outra é terra que vive dos efeitos da luz.

(1) A luz do Divino Querer continua me envolvendo, e minha pequena inteligência enquanto nada
no mar imenso desta luz, apenas pode tomar alguma gota de luz e alguma pequena chama das
tantas verdades, conhecimento e felicidade que contém este mar interminável do Eterno Querer, e
muitas vezes não encontro as palavras adequadas para colocar no papel aquele pouco de luz, digo
pouco em comparação ao tanto que deixo, porque a minha pequena e pobre inteligência toma
quanto basta para me encher, o resto devo deixá-lo; acontece como a uma pessoa que se lança no
mar, ela fica toda banhada, a água lhe corre por todas as partes, até nas vísceras, mas saindo do
mar, O que traz consigo de toda a água do mar? Pouquíssimo, e quase nada em comparação com
a água que permanece no mar; e por ter estado no mar, pode talvez dizer quanta água contém,
quantas espécies de peixes e sua quantidade que há no mar? Certamente que não, porém saberá
dizer aquele pouco que viu do mar. Assim é minha pobre alma. Então meu doce Jesus, enquanto
eu estava nesta luz saiu de dentro de mim e me disse:.
(2) “Minha filha, esta é a unidade da luz da minha Vontade, e a fim de que tu a ames sempre mais
e te confirmes maioritariamente nela, quero te fazer conhecer a grande diferença que há entre
quem vive em meu Querer, na unidade desta luz, e entre quem se resigna e se submete a minha
Vontade, e para te fazer compreender bem te darei uma semelhança no sol que está no céu: o sol,
estando na abóbada dos céus, expande os seus raios sobre a superfície da terra; olha, entre a
terra e o sol há uma espécie de acordo, o sol em tocar a terra e a terra em receber a luz e o toque
do sol. Agora, a terra com receber o toque da luz submetendo-se ao sol, recebe os efeitos que
contém a luz, e estes efeitos mudam a face da terra, fazem-na reverdecer, enchem-na de flores,
desenvolvem-se as plantas, amadurecem os frutos e tantas outras maravilhas que se vêem sobre a
face da terra, produzidas sempre pelos efeitos que contém a luz solar. Mas o sol, com dar seus
efeitos não dá sua luz, mas sim, ciumento dela conserva sua unidade, e os efeitos não são
duradouros, e por isso se vê a pobre terra agora florida, agora toda despojada de flores, quase a
cada estação se muda, sofre contínuas mutações; se o sol desse à terra efeitos e luz, a terra se
mudaria em sol e não teria mais necessidade de mendigar os efeitos, porque contendo em si a luz,
chegaria a ser dona da fonte dos efeitos que o sol contém. Agora, assim é a alma que se resigna e
se submete à minha Vontade, vive dos efeitos que há nela, e não possuindo a luz não possui a
fonte dos efeitos que há no Sol do Eterno Querer, e por isso se vêem quase como terra, agora ricas

de virtude, agora pobres, e se mudam a cada circunstância, muito mais que se não estão sempre
resignadas e submetidas à minha Vontade, seriam como terra que não se quisesse fazer tocar pela
luz do sol, porque se recebe os efeitos é porque se faz tocar por sua luz, De outra forma ficaria
esquálida, sem produzir nem um fio de erva. Assim ficou Adão depois do pecado, ele perdeu a
unidade da luz e portanto a fonte dos bens e efeitos que o Sol da minha Vontade contém, não
sentia mais em si mesmo a plenitude do Sol Divino, não descobria mais nele aquela unidade da luz
que o seu Criador lhe tinha fixado no fundo da sua alma, do que transmitindo-lhe a sua semelhança
fazia dele uma cópia fiel dele. Antes de pecar, possuindo a fonte da unidade da luz com seu
Criador, cada pequeno ato seu era raio de luz, que invadindo toda a Criação ia fixar-se no centro
de seu Criador, levando-lhe o amor e a correspondência de tudo o que tinha sido feito por Ele em
toda a Criação; era Ele que harmonizava tudo e formava a nota de acordo entre o Céu e a terra,
mas assim que se subtraiu de minha Vontade, seus atos não eram mais como raios que invadiam
Céu e Terra, mas se restringiram quase como plantas e flores no pequeno cerco de seu terreno,
assim que perdendo a harmonia com toda a Criação, tornou-se a nota discordante de todo o criado,
Oh, como desceu no baixo e chorou amargamente a unidade da luz perdida, que elevando-o sobre
todas as coisas criadas fazia de Adão o pequeno deus da terra!.
(3) Agora minha filha, pelo que te disse pode compreender que viver na minha Vontade é possuir a
fonte da unidade da luz da minha Vontade, com toda a plenitude dos efeitos que nela há, assim
que surge em cada ato seu a luz, o amor, a adoração, etc., que constituindo ato por cada ato, amor
por cada amor, como luz solar invade tudo, harmoniza tudo, concentra tudo em si e como
resplandecente raio leva ao seu Criador a correspondência de tudo o que tem feito por todas as
criaturas e a verdadeira nota de acordo entre o Céu e a terra. Que diferença há entre quem possui
a fonte dos bens que contém o Sol da minha Vontade, e entre quem vive dos efeitos dela! É a
diferença que existe entre o sol e a terra; o sol possui sempre a plenitude da luz e dos efeitos, está
sempre radiante e majestoso na abóbada do céu, não tem necessidade da terra, e enquanto toca
tudo, ele é intangível, não se deixa tocar por ninguém, E, se alguém tivesse a ousadia de o fixar,
com a sua luz o eclipsa, o cega e o lança por terra; mas a terra tem necessidade de tudo, faz-se
tocar, despojar, e se não fosse pela luz do sol e seus efeitos seria uma tétrica prisão cheia de
esquálida miséria. Por isso não há comparação possível entre quem vive em minha Vontade e
entre quem se submete a Ela. Assim, a unidade da luz era possuída por Adão antes de pecar e não
pôde recuperá-la mais estando em vida; dele aconteceu como terra que gira em torno do sol, que
não estando fixa, enquanto gira se opõe ao sol e forma a noite. Agora, para o tornar fixo de novo e
poder assim sustentar a unidade desta luz, necessitava-se de um Reparador, e Este devia ser
superior a ele, necessitava-se uma força divina para o endireitar, eis a necessidade da Redenção..

(4) A unidade desta luz a possuía minha Celestial Mamãe e por isso mais que sol pode dar luz a
todos, e por isso entre Ela e a Majestade Suprema não houve jamais noite nem sombra alguma,
senão sempre pleno dia, e por isso a cada instante esta unidade da luz de meu Querer fazia correr
nela toda a Vida Divina que lhe levava mares de luz, de alegrias, de felicidade, de conhecimentos
divinos, mares de beleza, de glória, de amor, e Ela como em triunfo levava ao seu Criador todos

estes mares como seus, para lhe testemunhar seu amor, sua adoração, e para fazê-lo apaixonar-
se por sua beleza, e a Divindade fazia correr outros novos mares mais belos. Ela possuía tanto

amor, que como conatural podia amar por todos, adorar e suprir por todos, seus pequenos atos
feitos na unidade desta luz eram superiores aos maiores atos e a todos os atos de todas as
criaturas juntas, por isso a todos os sacrifícios, as obras, o amor de todas as outras criaturas se
pode chamar pequenas chagas frente ao sol, gotículas de água em frente ao mar, em comparação
com os atos da Soberana Rainha, e por isso Ela, em virtude da unidade desta luz do Supremo
Querer, triunfou sobre tudo e venceu o seu próprio Criador e o fez prisioneiro em seu seio materno.
Ah, só a unidade desta luz de meu Querer que possuía Aquela que imperava sobre tudo, pôde
formar este prodígio nunca antes sucedido, e que lhe fornecia os atos dignos deste Prisioneiro
Divino!.
(5) Adão, ao perder esta unidade da luz, transtornou-se e formou a noite, as fraquezas, as paixões,
para ele e para todas as gerações. Esta Virgem excelsa, sem jamais fazer sua vontade, esteve
sempre direita e de frente para o Sol eterno, e por isso para Ela sempre foi dia e fez despontar o
dia do sol de justiça para todas as gerações; Se esta Virgem Rainha não tivesse feito outra coisa
senão conservar no fundo da sua alma imaculada a unidade da luz do eterno Querer, teria bastado
para nos dar a glória de todos, e a correspondência do amor de toda a Criação. A Divindade, por
Seu meio, em virtude de minha Vontade, sentiu-se retornar as alegrias e a felicidade que havia
estabelecido receber por meio da Criação, por isso Ela pode se chamar a Rainha, a Mãe, a
Fundadora, a Base e Espelho de minha Vontade, no qual todos podem olhar-se para receber dela
a vida da minha vontade”.
(6) Depois disso eu me senti como embebida desta luz e compreendia o grande prodígio de viver
na unidade desta luz do Querer Supremo, e meu doce Jesus, retornando acrescentou:.
(7) “Minha filha, Adão no estado de inocência e minha Mãe Celestial, possuíam a unidade da luz de
minha Vontade, não por virtude própria, senão por virtude comunicada por Deus, em troca minha
humanidade a possuía por virtude própria, porque nela não só estava a unidade da luz do Supremo
Querer, mas também havia o Verbo Eterno, e como Eu sou inseparável do Pai e do Espírito Santo,
sucedeu a verdadeira e perfeita bifurcação, que enquanto permaneci no Céu desci no seio de
minha Mãe, e sendo o Pai e o Espírito Santo inseparáveis de Mim, também Eles desceram junto
comigo e ao mesmo tempo ficaram no alto dos Céus”.

(8) Agora, enquanto Jesus me dizia isto, veio-me a dúvida de se as Três Divinas Pessoas haviam
sofrido as Três, ou bem só o Verbo, e Jesus retomou a palavra e me disse:.

(9) “Minha filha, o Pai e o Espírito Santo, porque são inseparáveis de Mim, desceram junto Comigo,
e Eu fiquei com Eles nos céus, mas o trabalho de satisfazer, de sofrer e de redimir o homem foi
tomado por Mim; Eu, Filho do Pai, Aceitei o trabalho de reconciliar Deus com o homem. Nossa
Divindade era intangível de poder sofrer a mínima pena, foi minha Humanidade que unida com as
Três Divinas Pessoas em modo inseparável, a qual dando-se em poder da Divindade sofria penas
inauditas, satisfazia em modo divino, e como a minha humanidade possuía não só a plenitude da
minha Vontade como virtude própria, mas o mesmo Verbo, e por conseqüência da
inseparabilidade, o Pai e o Espírito Santo, por isso superou em modo mais perfeito tanto a Adão
inocente quanto a minha própria Mãe, porque neles era graça, em Mim era natureza; eles deviam
tomar de Deus a luz, a graça, a potência, a beleza; em Mim estava a fonte de onde surgia luz,
beleza, graça, etc., assim que era tanta a diferença entre Mim que era natureza, E entre a minha
mãe em que era graça, que Ela estava ofuscada diante da minha humanidade. Por isso minha filha
sê atenta, teu Jesus tem a fonte que surge e tem sempre que te dar, e tu sempre que tomar, por
quanto possa te dizer acerca de minha Vontade, sempre tenho mais que te dizer, e não te bastará
nem a curta vida do exílio, nem toda a eternidade para te fazer conhecer a longa história da minha
Suprema Vontade, nem para te numerar os grandes prodígios que há nela”..

20-24
Novembro 14, 1926

Como não seguir o Querer Divino na Criação, falta o reflexo de suas obras. Como são
necessárias grandes graças para a Santidade do viver no Santo Querer.

(1) Estava fazendo meus habituais atos no Querer Divino e pensava em mim: “Se eu passasse um
dia sem fazer estes atos, qual seria o bem que perderia e o mal que faria?” E o meu sempre
amável Jesus disse-me:
(2) “Minha filha, sabes o que farias? Não fazendo teus atos em minha Vontade te faltaria o reflexo
de toda a Criação, e faltando-te o reflexo, esse dia não se estenderia em ti o céu, nem surgiria o
sol, nem correria em ti o mar, nem tua terra floresceria, nem se ouviria em ti a alegria, a música, o
canto dos habitantes do ar, a doce sinfonia das esferas, minha Vontade não encontraria seu eco
em ti, portanto sentiria a dor de que a pequena filha de seu Querer, esse dia não lhe deu a
correspondência de um céu por seu amor, porque faltou o reflexo do seu; não lhe fez surgir o sol
por correspondência de sua luz eterna; não lhe fez sentir correr o mar, nem ouvir seu doce
murmúrio, nem o serpenteio dos mudos habitantes das ondas. A minha Vontade sentir-se-ia
privada de todos os seus atos em ti, do reflexo das suas obras, e não poderia fazer eco em ti e na
sua dor, diria: Ah! minha pequena filha hoje não me deu um céu como eu lhe dei Eu, nem sol, nem

mar, nem flores, nem canto, nem música, nem alegria como eu lhes dei assim que saiu de minha
semelhança, suas notas não harmonizaram com as minhas, Eu a amei com tantas manifestações e
com amor incessante, ela não. Vê o que faria? A minha vontade não toleraria em ti, na sua
pequena filha, o vazio das suas obras”.
(3) E eu, ouvindo isto, disse-lhe: “Meu Jesus, meu amor, que jamais seja que eu dê esta dor à tua
adorável Vontade, Tu me ajudarás, me darás mais graça e eu estarei mais atenta para receber
este reflexo, este eco que faz a tua Santa Vontade em toda a Criação, para corresponder com o
meu”. E Jesus continuando o seu falar acrescentou:
(4) “Minha filha, tu deves saber que se necessitam grandes graças para poder formar na alma a
santidade de viver em meu Querer, as demais santidades com pequenas graças se formam,
porque não é uma Vontade imensa e eterna que devem abraçar e possuir, mas sim suas pequenas
partículas, seus mandatos, sua sombra, ao contrário nesta devem possuir como vida própria minha
Vontade, devem cortejá-la e fazer de seus atos, atos próprios, assim que se necessitam mares de
graça para formar esta santidade; minha Vontade deve bilocar-se para estender seu mar no fundo
da alma, e depois estender o outro mar de Si mesma para poder receber o que convém à sua
santidade, à sua luz interminável, à sua imensidão sem confins. E a boa vontade da alma não é
outra coisa que o fundo do mar, que formando a praia rodeia as águas para formar o mar. Minha
filha, para sustentar e conservar uma Vontade Divina na alma, se necessita demasiado, e a
Divindade, sabendo que a criatura não tem coisas equivalentes para uma Vontade tão santa, não
poupa nada, tudo é posto nela à sua disposição para formar a santidade de viver no meu Querer. O
próprio Deus faz de primeiro ator e espectador, a minha humanidade cede tudo, tudo o que fez,
sofreu e adquiriu, que são mares sem fim, para ajuda desta santidade toda divina, a própria Mãe
Rainha põe à disposição seus mares de graça, de amor e de dor como ajuda, e se sente honrada
de que sirvam à Vontade Suprema para lhe fazer cumprir a Santidade do Fiat Eterno na criatura.
Céu e terra querem dar e dão, porque sentindo-se todos investidos por esta Vontade, desejam,
anseiam ajudar a afortunada criatura para fazê-la cumprir a finalidade da Criação, a origem da
santidade que o Supremo Querer queria na criatura. Por isso por parte de teu Jesus nada te faltará,
muito mais que é um desejo meu longamente querido, desejado e suspirado por seis mil anos, que
queria ver na criatura nossa imagem copiada, nossa Santidade impressa, nossa Vontade obrante,
nossas obras encerradas nela e cumprido nosso Fiat. Queria o prazer e tomar o gosto de ver na
criatura nosso reflexo, de outra maneira a Criação seria para Nós sem deleite, sem entretenimento,
sem harmonia; nosso eco não encontraria a via para ressoar, nossa santidade não encontraria
onde imprimir-se, a nossa beleza onde brilhar, o nosso amor onde desabafar, a nossa sabedoria e
mestria não encontrariam onde trabalhar e desenvolver-se. Portanto, todos os nossos atributos

ficariam impedidos no seu trabalho, porque não encontrariam matéria apta para formar o seu
trabalho, para ter o seu reflexo mas na alma onde reina a minha vontade, Ela a dispõe como
matéria apta para fazer que todos nossos atributos possam desenvolver seu trabalho deleitável”.

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