Um ano de Fiat!


Agradecemos a todos que conosco, estão compartilhando todos os estudos e conteúdos de nosso Canal do You Tube Fiat Voluntas Tua Brasil.
A um ano estamos numa aventura, uma nova Jornada incansável:

A vida se torna uma aventura quando a alma começa a florescer e se conhecer e CONHECER de onde ela vem.

O que antes se apresentava como um mundo hostil, agora é visto sem as lentes que o próprio herói forjara para si em sua própria visão limitada. Ele volta então seu olhar para esse mundo, mas chega transformado por suas experiências de auto conhecimento e o principal: conhecer o projeto original de onde Ele se originou. Removeu camadas de si mesmo até a medula, e por isso sabe que ainda há o que ser feito. Precisa estar atento. Sabe que não há tempo a perder, pois a difícil batalha vencida foi apenas uma. Exatamente como nas sagas que acompanhamos nas telas de cinema, a jornada é uma espiral: sempre o herói receberá novo chamado, enfrentará desafios, esgota…

Entretanto, a luta gradual transforma as pedras de tropeço em farol. As experiências de temor e desfalecimento se tornam o combustível para uma ação renovada, que dá à sua jornada uma nova perspectiva. Desperta nele a percepção de que o engajamento puro e simples em um dos lados da batalha conduz invariavelmente, e mesmo com a vitória, a um esgotamento de forças e ao surgimento de novos perigos. Tal percepção, fundamentada nas vivências do herói, se torna a lâmpada que lhe dá a direção, o seu verdadeiro mestre. O reconhecimento desse mestre indica que a luta teve tem um desfecho no mesmo que seu Mestre indicou.

A decisão, o guerreiro, a batalha… Essas forças de enfrentamento presentes nos fragmentos do cotidiano são uma forma de o herói se relacionar consigo mesmo. Em meio a tantas vozes e conflitos, as posições que ele assume fazem com que seu ponto de vista se torne o problema e com que ele se identifique com um dos lados do campo de batalha. E cansado, sem querer mais viver as provações sozinho, foge de si mesmo. Pois percebe que não sabe sozinho se dirigir para o ideal que lhe está projetado sem ajuda de algo maior.

Segue para onde? E por que vai lutar? Salvar o lado oposto e faltante de si? Isso significaria salvar tudo o que se projeta nos outros também, pois é preciso enfrentar até a própria sombra, fazendo da luz sua espada. O guerreiro, muitas vezes retratado também com escudo, armadura, elmo e brasão – símbolos preciosos de realidades internas – tem nestes acessórios a força que o encoraja a lutar. É como se fosse desafiado a responder a uma voz subjacente: “Você quer ir? Quanto está disposto a arriscar?”. Abrir mão do “mundo comum” com o fim de alcançar um mundo desconhecido é o que se pede do herói que recebeu o chamado, e se o medo dos obstáculos que poderá vir a enfrentar inicialmente o desencoraja a aceitar o desafio, um destemor movido por algo anterior a ele o impele a vislumbrar a esperança latente de um mundo desconhecido nos terrenos insondados da alma. E ele segue…

E a Jornada do Herói chega como uma representação muito pálida, exterior e superficial de um trajeto que precisa ser percorrido internamente, a releitura da jornada que a humanidade deve empreender. Os inimigos a serem vencidos – os vilões que se vê nos filmes – são, na verdade, aquilo que o Homem reconhece como ele mesmo. Mas apesar de as ficções serem apenas caricaturas da missão de autoconhecimento, que é também a missão da nossa vida, são ainda assim uma maneira lúdica de falar sobre o caminho, que se lhe apontado pelo Mestre.

E quem consegue captar o espírito do Mestre, consegue possuir o Céu. Ele se revela por diversos símbolos e mistérios, que na infância da humanidade davam aos homens o caminho para a busca de sua essência, hoje não atendem mais às suas expectativas da mesma forma que antes. A grande tarefa da humanidade atualmente é encontrar outro caminho que a leve à essência, um mecanismo que desperte no Homem os arquétipos profundos do conhecimento de si mesmo. Depois de divinizar e conhecer a natureza e o cosmos, resta ao Homem conhecer-se. É ele mesmo o seu próprio desafio, porém, onde houve então antes Dele um modelo perfeito.
Um Rei, que se revela como Princípio, Meio e Fim de tudo.

Este Rei, apresenta um Reino e essa jornada profunda em torno de si próprio se detém em conhecer seus decretos, cujos vossos espíritos enfraquecidos pelo egoísmo e demais vícios de paixões e amor próprio, os tornou espíritos fechados, que não podem elevar-se à contemplação das infinitas perfeições do Rei, e muito menos, reconhecem Nele alguma bondade. Pois essa virtude é a que menos lhes aparece devido seus apegos intelectuais limitados e que não possuem olhos para ver, nem ouvidos para ouvir, muito menos palavras em direção a buscarem se aproximar desse misterioso Rei e Deus Criador.

Os mais doutos sabem um pouco sobre dons e virtudes recebidas originadas de sua concepção original. Mas nem sempre se apropriam plenamente desse conhecimento para se aproximarem seguramente da fonte. Ora por excesso de temor ou respeito. Os mais ignorantes nem sequer sabem que possuem um espírito, e que esse hóspede real, este sopro vital, esta luz interior os move em direção ao seu destino espiritual. Seus dons de inteligência, memória e vontade, de capacidade de amor recíproco, assim deu também dons morais, com a sujeição dos sentidos à razão.

De modo que, na liberdade e no domínio de si mesmo e da sua própria natureza e vontade, adquire plena liberdade, de amar com ajuda de algo antes desconhecido, quando vivia inundado no brejo de seu antigo modo de ver e julgar por si próprio e suas pobres experiências. Algo como uma força, uma luz, uma graça divinizante que então se torna agora uma fonte de vida

Essa luz, o faz se sentir vivo, amado, querido por seu Rei que quer ser conhecido e reconhecido. Reverênciado e adorado. Uma porta lhe é então aberta para um reino. De onde você é convidado a entrar e chegar ali com nenhuma bagagem.

Essa luz o heroi que cavalgou por tantas trilhas, é somente o amor ao seu Rei. E o desejar conhecer seu reino e leis. A luz é o próprio Rei e Criador desse reino. Ele quer nos ter como sempre fomos chamados a ser: seus príncipes herdeiros. Ele os recebe e os ama como a si mesmo. Se dá a si mesmo, nestes que se encontram como sendo exatamente iguais ao Pai.

Filhos!? Herdeiros e não sabíamos?

O que nos aconteceu? Fomos meninos descuidados, despreocupados, superficiais, alguém nascido com inteligência tardia? O pranto é que nos torna adultos, reflexivos e inteligentes? Só aprendemos a compreender quando aprendemos a chorar as perdas?

Trechos dos Nossos primeiros vídeos

SELECIONAMOS PEQUENINOS TRECHOS DOS NOSSOS PRIMEIROS VIDEOS PARA HOMENAGEAR UM ANO DE MISSÃO DO CANAL FIAT VOLUNTAS TUA BRASIL
Primeiro video:
https://youtu.be/PGy2uicUjz4
Segundo Video:
https://youtu.be/14l_cInb8go
Terceiro Vídeo:
https://youtu.be/Eot4LWlso-Y
Quarto Video:
https://youtu.be/B2QuTBNidpg
Quinto Video:
https://youtu.be/7Z1zNfRwQ-g
Sexto Video:
https://youtu.be/b0y_OYyCjQU
Sétimo Video:
https://youtu.be/RQ3-u9SoYjM
Usados neste:
https://youtu.be/jNlZy75VJQg
https://youtu.be/QnFtv2CVg2c
https://youtu.be/dm-eyd-sR9A
https://youtu.be/4OQZiqCmglM

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